Alma bela, solta daquele nó
Que nunca mais belo a Natureza soube urdir,
Lança do Céu uma lembrança à minha vida obscura,
De tão alegres pensamentos volta às lamentações.
Foi extirpada do coração a falsa opinião,
Que me tornou, por algum tempo, acerbo e duro
Teu doce olhar; hoje, plenamente segura,
Volve para mim os olhos e escutas os meus suspiros.
Atenta na grande fraga de onde nasce o Sorga,
E aí verás alguém que só por entre ervas e águas
De tua memória e de dor se nutre.
O lugar onde está a tua casa e onde nasceu
O nosso amor, quero que abandones e esqueças
Para não veres nos teus o que te desagrade.).


lindo blog menina. Porduza mais teus textos. são bons
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